Poema IV ~ Tears
Estava eu em Porto Covo a cozinhar esparguete, era a hora do jantar e o acompanhamento vegetariano da Marisa, já estava feito. Num Parque de Campismo a cozinha é uma mini tenda. O Vapor que se escapava da panela, subia até á minha face, embaçava-me os óculos, e de forma inconsciente foi a minha inspiração para este poema, pois complementava a minha tristeza. Lágrimas começaram a deslizar pela meu rosto, deixando para trás um rasto que embora se dissipasse em minutos, ficou marcado para sempre na minha mente, no meu coração, quem sabe atingido mesmo o fundo da minha alma. Fiquei imóvel a olhar para o nada, deixando me levar pelo arco-íris negro do meu ser. Quando o vento soprou e passou por mim, senti o frio dos rasto; Acordei então .. Eu sei que as lágrimas não ferem, mas magoam. Sentei-me na mesa e pus-me a escrever, a escrever o que sentia, alimentando-me das lágrimas, que não quis deixar cair. Ouvi passos, Marisa estava a sair do quarto. Enxuguei as minhas lágrimas e mentalizei-me que tinha de ficar feliz, agir o menos triste possível.
I taste my tears, they are salty. I guess salty is the flavor of loser. One day, when I’m a better person, maybe they’ll taste like meat or maybe they’ll just be flavorless. From that day on I know I’ve changed, just like the flavor of my tear … I’m Different.
I just wonder if my tears will condense and become someone else’s hope.Epah desculpem.me os erros orograficos bah xDD Watever u.u'
Desculpa, mas eu vou sacar este poema para o meu blog. Com o "by". ;D
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