
Vocês são todos falsos, voçês são de plástico. Como é que eu sei? Arranquei a cabeça da barbie e não havia cérebro - estava vazia. Cortei ao meio o peito do Ken e não havia coração - estava vazio. A fisionomia anatómica é semelhante, por isso devem ser iguais, não preciso nem quero conhecer-vos para confirmar. Vou ficar-me pelos estereótipos, voçês são todos iguais. Os olhos que enganam bondosamente, os lábios que mentem sorridentemente. Eu consigo ler as entrelinhas, voçês são falso! Feitos de plástico.
Amigo -desculpa para ter onde dormir. Amigo- desculpa para não ficar sozinho. Amigo- desculpa para nos sentirmos superiores ao alheio.
Por isso, amigo não há amizade ( talvez haja... para além dos ínfimos da graça), como disse não há amizade, quer dizer, há mas não é a verdadeira, logo existem duas: A amizade falsa e amizade verdadeira. Vagueamos todos os dias entre amizades verdadeiras, ela passa-nos ao lado, sorri e nós devolvemos o sorriso. Até que ela vira costas, nem que seja para olhar para o céu e é aí que percebemos que ela sempre foi falsa. Então pode-se concluir que a amizade verdadeira esta apenas à espera, à espera de se assumir como falsa. Logo tanto amizade verdadeira como amizade falsa é a mesma treta, logo não há amizade ( talvez haja... para além dos ínfimos da graça), logo a única conclusão é morrer*.
*Referência a Fernando Pessoa.
I'm not fake.
ResponderEliminarBut, awesome post!